Carro tem alarme para acordar motorista sonolento

Durma ao volante do novo Mercedes E-Class e o carro tentará acordar você. Depois disso, como todo bom veículo de US$ 50 mil, ele vai sugerir que você faça uma pausa para tomar um café.

Chamado de Assistente de Atenção, o programa é o resultado de alguns estudos meticulosos feitos pela Mercedes. Ao analisar as ondas cerebrais de motoristas sonolentos e o comportamento físico que resultava disto (como dirigir lentamente ou fazer curvas atrasadas, por exemplo), eles foram capazes de projetar um carro que literalmente sabe quando você está prestes a dormir ao volante.

Quando o sistema percebe isto, graças aos sensores localizados no volante, ele toca um alarme irritante para despertar a sua consciência. Depois, como mencionado acima, o painel sugerirá que você faça uma "pausa" para descansar.

O novo E-Class deve sair em 2009.

Empresa vende porta-retratos digitais infectados com worm

A loja online Amazon divulgou em um comunicado que o CD de instalação do porta-retrato digital modelo SPF-85H, da Samsung, está infectado por um software malicioso do tipo Trojan, que permite que cibercriminosos acessem o computador do usuário.

O worm, conhecido como W32.Sality.AE, estava no CD de instalação do software Frame Manager 1.08, que permite usar o SPF-85H como monitor USB. Apenas a versão para Windows XP foi afetada.

Segundo o site PC World, os modelos SPF-75H, SPF-76H, SPF-85H, SPF-85P e SPF-105P de porta-retratos da Samsung apresentam o mesmo problema.

Em seu comunicado oficial, a Amazon explica o procedimento que o usuário deve tomar em relação ao malware. A Samsung recomenda que os usuários façam o download e instalem a versão atualizada do Frame Manager, disponível no site da fabricante.

O SPF-85H tem tela de 8 polegadas e 1 GB de memória interna, e é conectado via USB a PCs que rodem Windows. Os porta-retratos foram vendidos pela Amazon entre outubro e dezembro por cerca de US$ 150.

Lâmina flexível mostra o futuro da iluminação

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À beira do rio Mohawk, um edifício esconde algo que poderia tornar obsoletas as luminárias, lampiões e quase todas as outras lâmpadas domésticas. É uma máquina que imprime luzes.

Do tamanho de um caminhão-reboque, a máquina cobre uma lâmina plástica de 20 cm de largura com substâncias químicas e em seguida uma fina capa de metal. Aplique eletricidade à lâmina resultante, e ela se acende com um resplendor branco-azulado.

Essa lâmina pode ser colocada na parede, enrolada ao redor de uma coluna ou, em sua versão transparente, colada na janela. Diferentemente de quase todas as outras fontes artificiais de luz, não é necessário usar lâmpadas para estas lâminas.

Elas devem sua luminescência a complexos conhecidos como diodos orgânicos emissores de luz, os OLEDs. E ainda que existam problemas com a tecnologia, não se trata apenas do sonho de um empresário inexperiente.

Os OLEDs estão sendo usados em televisões e telefones celulares, e grandes companhias como Siemens e Philips estão dando seu apoio à nova tecnologia. A impressora de OLED foi fabricada pela General Electric em suas instalações no norte de Nova York. Não muito longe dali, um físico da GE descobriu a forma prática de usar tungstênio como filamento para os bulbos de luz - e o sistema segue em uso quase um século depois.

A invenção do bulbo incandescente criou um padrão na iluminação doméstica: nossas fontes de luz são, em sua maioria, pequenas e brilhantes. Como são demasiado brilhantes para serem olhadas, precisam ser refletidas e amenizadas com pantalhas e cristal opaco. Os OLEDs poderiam mudar radicalmente tudo isso. As grandes lâminas luminescentes podem ser ainda fontes de luz em todo tipo de objetos.

A GE imagina colocar OLED na parte interna das persianas - assim, teríamos luz proveniente das janelas mesmo à noite. E, como o material da lâmina é flexível, é possível usá-las até como papel de parede. "Temos muitas idéias sobre o que se pode fazer com isso", diz o designer de iluminação alemão Ingo Maurer.

Ele e sua empresa criaram a primeira lâmpada OLED à venda, uma edição limitada de 25. Maurer espera entregar as duas primeiras este ano. Ele não revela o preço - mas é, seguramente, bem alto. A lâmpada em questão é mais uma curiosidade do que um objeto prático: a luz que emite é tênue e enfraquece gradualmente, perdendo a metade de sua luminescência ao longo de 2 mil horas de uso. Seus painéis de OLED são menores e feitos de cristal em vez de plástico. Saem de uma rama central como as folhas de uma samambaia.

Os painéis da lâmpada de Maurer estão sendo produzidos pela Osram Opto Semiconductors, uma subsidiária da alemã Siemens AG, que é a companhia matriz da Osram Sylvania, rival da GE no mercado de luzes. A Osram Opto usa um processo lento e caro conhecido como deposição em vazio, que dominou o desenvolvimento dos OLED até agora. Uma virtude deste método é que pode ser combinado com as tecnologias que produzem as telas LCD para criar TVs com OLED. A Sony vende um modelo de 28 cm por US$ 2,5 mil.

As TVs com OLED devem ficar muito mais baratas para poderem ser viáveis comercialmente, e as luzes de OLED têm que ficar bem mais baratas. Esse é o assunto que a GE quer abordar com sua impressora, que em vez da deposição em vazio usa um processo não muito mais complicado que a impressão de um jornal. "Tratamos para que seja o menos complicado possível", disse Anil Duggal, chefe da equipe de estudos de OLED da GE.

No futuro, o processo de impressão poderá reduzir o custo dos OLEds a pouco mais que o custo do material em que estão impressos, diz Janice Mahon, vice-presidente de comercialização tecnológica da Universal Display. A companhia de Ewing, Nova Jersey (EUA) lidera o estudo de OLED e desenvolve alguns dos compostos orgânicos, similares às tintas usadas para colorir telas. Se impressa em papel de metal, o custo de uma luz de OLED poderia ser de menos de um dólar por pé quadrado (929 centímetros quadrados), explica Mahon.

Muitos dizem que, graças a sua eficiência, haverá um incremento firme, ainda que gradual, no uso de OLED na iluminação. Mas outros, como Bob Sagebiel, especialista em merccado para a Arrow Electronics, são menos otimistas. Como os OLED são tão diferentes da tecnologia atual, sua aceitação no mercado poderá ser difícil, pensa Sagebiel. Além disso, ainda restam questões a resolver, principalmente fazer com que os OLED durem mais. Os modelos atuais se gastam muito rapidamente com o uso, e a exposição ao oxigênio os deteriora.

Disputa com YouTube marca posição frágil das gravadoras

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Primeiro foi a MTV, depois a Apple, e agora o YouTube.

O setor de música, diante da queda nas vendas de CDs, vem repetidamente tentando encontrar novas fontes de receita e tem visto seus parceiros prosperarem.

Assim, no novo campo de batalha dos vídeos online, as companhias de música estão desesperadas por evitar os erros do passado mas encontram dificuldades para negociar com um novo e poderoso parceiro na Internet.

A decisão do Warner Music Group de retirar milhares de vídeos de música do YouTube, controlado pelo Google, anunciada no sábado depois do colapso de negociações contratuais entre as duas partes, demonstra até que ponto as gravadoras podem ter de ir para ganhar influência sobre o processo.

Algumas das maiores gravadoras estão até mesmo considerando a hipótese de formar um site conjunto de vídeos musicais a fim de ampliarem seu poder de negociação, disse um executivo de música, já que a disputa entre a Warner e o YouTube destaca as limitações de confiar em parceiros externos.

Uma joint-venture como essa se assemelharia à Hulu.com, da NBC Universal e News Corp, que veicula online programas de TV e poderia incluir o YouTube como parceiro, disse o executivo, que se recusou a ter seu nome revelado porque as negociações apenas começaram.

À medida que despencam as vendas de CDs e o mercado de canções em formato digital se desacelera, as gravadoras cada vez mais consideram os vídeos online como essenciais para o crescimento de suas receitas. Mas elas não têm mão forte nas negociações de licenciamento com o YouTube, o qual, em companhia do MySpace, se tornou uma das mais importantes ferramentas para descoberta de música pelos consumidores jovens.

Ecoando o sucesso da MTV Networks ou o do iTunes, da Apple, de 2003 para cá, o YouTube em três anos se tornou o maior site de vídeos online, com mais de 100 milhões de espectadores nos Estados Unidos em outubro, de acordo com a comScore, uma empresa que mede a audiência da Web.

"A primeira coisa que as crianças fazem quando ouvem sobre uma nova banda é ir ao YouTube para saberem mais", afirmou um executivo de uma grande gravadora que pediu para não ser identificado.

A Warner, terceira maior gravadora do mundo, foi a primeira grande companhia de mídia a assinar um acordo de licenciamento com o YouTube em 2006, permitindo que o site transmitisse clipes de música de grupos e artistas como Red Hot Chili Peppers e o rapper T.I.

O acordo, que expirou meses atrás, foi assinado antes do YouTube ser comprado pelo Google.

A Warner quer mais dinheiro do YouTube pelos direitos de transmissão dos clipes, mas o YouTube tem se recusado a abandonar os termos negociados anteriormente, segundo duas fontes próximas das discussões.

A Warner obteve do YouTube menos de 1 por cento de sua receita com produtos digitais de 639 milhões de dólares no ano fiscal de 2008, segundo uma fonte próxima da companhia.

A gravadora apostava que o YouTube seria uma força publicitária significativa atualmente, mas, em vez disso, o site se concentrou mais em construir audiência que em aumentar receita.

"Eles fizeram todas essas promessas iniciais de implementar identificação de áudio enquanto no meio tempo nós perdemos receitas e eles ficaram atrás de outros competidores", disse uma pessoa próxima da Warner Music, citando a rede social MySpace e a AOL como oferecendo melhores taxas.

Cientistas estudam o medo da nanotecnologia

Nanocientistas sempre sentiram certo nervosismo sobre como sua ciência é vista pela opinião publica. Esse desconforto se baseia em uma série de pressupostos acerca da reação das pessoas frente a novas tecnologias em geral. Algumas dessas suposições foram testadas por três estudos publicados na Nature Nanotechnology, que abordaram as atitudes do público em relação à ciência.

Com bastante freqüência, os cientistas tratam o público como uma massa indiferenciada. De fato, Arie Rip, sociólogo da ciência da Universidade de Twente, Holanda, chega a detectar uma "nanofobia-fobia" disseminada entre pessoas envolvidas com nanotecnologia - uma convicção irracional e exagerada de que um público ignorante cientificamente, sem interesse em pesar riscos e benefícios, vai rejeitar uma tecnologia promissora em função de meios de comunicação irresponsáveis.

Uma análise mais sofisticada precisa reconhecer que o público é formado por diferentes pessoas com suas próprias ideologias, através das quais filtram as informações sobre tecnologias e seus riscos.

Talvez a mais comum pressuposição entre cientistas é a idéia de que o temor à tecnologia surge da ignorância, e que a aceitação pública aumentará inevitavelmente à medida que as pessoas souberem mais a respeito da tecnologia. Dan Kahan, da Escola de Direito de Yale em New Haven, Connecticut, e seus colegas chamam isso de hipótese da familiaridade e demonstraram que ela é falsa.

A opinião das pessoas pode se tornar mais ou menos favorável à medida que seu conhecimento sobre nanotecnologia aumenta, descobriram os autores, dependendo de seu ponto de partida ideológico. Os chamados individualistas hierárquicos, que apreciam o livre mercado e respeitam a autoridade de elites sociais, parecem aprovar mais a nanotecnologia à medida que se familiarizam com ela. Ao contrário, mais informação parece dar aos "comunitaristas igualitários" mais razões para se preocupar.

Um oceano de diferença
Outro preconceito bem comum vê o público americano como um entusiasta da tecnologia pró-mercado, enquanto os europeus tendem a ser mais ecológicos e contrários à tecnologia. O resultado de dois colóquios públicos sobre tecnologia realizados paralelamente em Santa Bárbara, Califórnia, e Cardiff, Reino Unido refletiu sobre a questão.

Nick Pidgeon, psicólogo da Universidade Cardiff, e colegas descobriram pouquíssimas diferenças na percepção dos dois grupos. As pessoas geralmente aceitavam o potencial da tecnologia e, apesar de uma falta de conhecimento, acreditavam que os benefícios compensariam os riscos.

Mas existiram diferenças. O grupo do Reino Unido relacionou riscos potenciais da nanotecnologia a problemas regulatórios percebidos no passado; por exemplo, organismos geneticamente modificados, doença da vaca louca e febre aftosa. Também existiram contrastes entre os valores de proteção ao consumidor nos Estados Unidos e as preocupações comunitárias no Reino Unido. Por exemplo, o grupo do Reino Unido receava que os possíveis benefícios médicos da nanotecnologia favoreceriam apenas os ricos.

À luz do estudo de Kahan, pode ser tentador interpretar essas diferenças transatlânticas como conseqüência de visões políticas divergentes, com individualistas hierárquicos sendo mais comuns nos Estados Unidos e uma ampla tendência ao comunitarismo igualitário no Reino Unido. Mas existe outra diferença evidente entre os dois países - o papel da religião.

O debate sobre células-tronco mostra que o público americano não é uniformemente a favor de toda tecnologia e posturas religiosas são claramente importantes nos EUA. Dietram Scheufele, especialista em comunicação científica da Universidade de Wisconsin-Madison, e colegas sustentam que a religião também é importante para a nanotecnologia. Suas pesquisas por telefone nos EUA revelam que um alto grau de religiosidade está fortemente correlacionado à rejeição individual da afirmação "a nanotecnologia é moralmente aceitável." No nível nacional, mais pessoas em países europeus concordam que a nanotecnologia é moralmente aceitável do que nos Estados Unidos, e os pesquisadores relacionam isso às diferenças nacionais de religiosidade.

O que é essa nanotecnologia?
Mas é válido supor, como fazem esses estudos, que existe uma coisa chamada nanotecnologia que pode ser resumida e caracterizada como moralmente aceitável ou não? Mesmo entre nanocientistas pode haver diferenças sérias sobre o que constitui a nanotecnologia e a informação disponível ao público sobre o campo é fortemente influenciada pelas ideologias de sua origem, seja os interessados nos nano-negócios, ambientalistas ou entusiastas do melhoramento humano.

Ao assumir a hipótese da familiaridade, a equipe de Kahan infligiu outro golpe ao 'modelo de déficit' da comunicação científica: a idéia de que, uma vez informado sobre os fatos (quaisquer que sejam), o público apoiará satisfeito as novas tecnologias.

Mas a natureza da informação disponível ao público também é importante e esses estudos sugerem que cientistas podem se esforçar mais para transmitir a informação de forma a esclarecer pessoas com valores diferentes, ao invés de simplesmente reforçar seus preconceitos.

Laptop guardado no forno é assado por engano

Como faz todos os anos, a Ontrack Data Recovery, empresa especializada na recuperação de dados, lista os casos mais bizarros e engraçados enfrentados por seus engenheiros entre os mais de 50 mil trabalhos realizados. Em 2008, o que ganhou o primeiro lugar na classificação dos profissionais da empresa foi o de um homem que, temendo a entrada de ladrões na casa enquanto estivesse viajando durante as férias, teve a idéia de guardar o laptop na cozinha, dentro do forno. Infelizmente, esqueceu de avisar a mulher. Ao voltarem, duas semanas depois ela, sem saber, ligou o forno para fazer um frango e acabou assando também o laptop. Os dados, claro, foram recuperados. Confira as outras histórias.

10 - Volta ao mundo
Uma viagem de volta ao mundo terminou tristemente quando o barco, no último dia, afundou com o laptop da viajante a bordo. Os engenheiros da Ontrack conseguiram recuperar 100% dos dados - as fotos e relatos da viagem, uma experiência única na vida da dona do laptop.

9 - Pós-Katrina
Dois recém-casados pensavam ter perdido completamente todas as suas fotos do noivado e do casamento por causa do furacão Katrina. Um profissional procurado por eles garantiu que o drive estava "além de qualquer conserto". Mas, dois anos e meio depois da tragédia, o casal resolveu tirar o drive do porão e dar uma chance à Ontrack - e recuperaram tudo que haviam perdido com o furacão.

8 - Fui pescar
Uma advogada, em férias, imaginou que poderia conciliar a pescaria com o pai e uma atualização em seu trabalho. Um dos companheiros de pescaria, indignado com a "ousadia" da moça, simplesmente jogou a mochila dela - que continha o laptop e discos com cópias dos dados e trabalhos - na água. Imediatamente ela pulou na água para resgatar a máquina. E os engenheiros da Ontrack conseguiram resgatar os dados.

7 - Cinemão
Um cineasta independente dava os últimos retoques em seu mais recente filme de faroeste usando um MacBook Pro quando a máquina começou a fazer ruídos estranhos e simplesmente travou. Sem ter cópias, ele pensou que todo o ano de trabalho duro seria perdido. Mas o filme foi recuperado, completado e vendido - hoje, está disponível internacionalmente em DVD.

6 - Bens roubados
Um laptop foi roubado de uma residência, junto com uma bolsa feminina, as chaves e o carro da família. O veículo foi encontrado no dia seguinte, na margem do rio, mas não havia sinal do laptop ou da bolsa. Alguns dias depois, um bom samaritano chegou à casa com uma mochila para laptops gotejante e dentro dela, a máquina que fora roubada. Ele contou que seus filhos haviam encontrado a mochila encharcada na margem do rio. E que ele conseguira saber o endereço dos donos porque o ladrão, antes de jogar a mochila com o laptop no rio, colocara dentro dela a bolsa feminina.

5 - Cão irrequieto
Um agitado cachorro conseguiu atirar da mesa um drive USB e torná-lo ilegível no computador dos donos. Havia nele cinco anos de fotos da família, mas todas foram recuperadas pela Ontrack.

4 - Mordida selvagem
A companhia recebeu um cartão SD de uma câmera digital com marcas de dentes, segundo o dono feitas por um "animal selvagem" que o mastigara. Cartão recuperado, a Ontrack ficou sabendo que o animal selvagem era, apenas o filhinho de dois anos do cliente.

3 - Sugado
A faxina rotineira de uma casa virou confusão quando um flash drive de 1 GB foi sugado junto com farelos para dentro do aspirador. O aparelho era tão potente que componentes do drive foram puxados da placa de circuitos e o conector foi danificado.

2- Uma selva lá fora
O projeto de pesquisa sobre a vida selvagem de um instituto foi subitamente interrompido quando um dos chips de rastreamento da coleira de uma pantera na Flórida foi fisicamente danificado na selva. Mas os dados críticos de preservação do animal foram recuperados com sucesso.

No site da Ontrack há um vídeo mostrando uma reconstituição de alguns dos casos, acessível pelo atalho http://tinyurl.com/6agrc8.

Teste de pendrives conclui que a marca faz diferença

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O site Test Freaks juntou mais de 20 pendrives, fez testes intensos com eles e concluiu que a marca do produto pode realmente fazer diferença.

O teste não é completo, já que há muitas centenas - talvez milhares - de drives USB no mercado hoje. A comparação inclui tanto flash drives de marcas conceituadas quanto alguns mais baratos.

Os melhores desempenhos foram dos pendrives da OCZ, da Lexar, da SanDisk e da Super Talent.

Confira os resultados completos do teste (em inglês) pelo atalho http://tiny.cc/6SboR.

Troque o polegar pelo iPhone para pedir carona

Em breve talvez não seja mais necessário estender o polegar para conseguir uma carona. Em lugar disso, bastará tamborilar os dedos sobre a tela do iPhone. A Avego (www.avego.com), da Irlanda, está demonstrando um aplicativo para o iPhone que permite que motoristas e potenciais passageiros se conectem para caronas.

Quando o programa estiver disponível, os motoristas que desejarem oferecer caronas poderão baixar o aplicativo e registrar sua rota preferencial, diz Sean O'Sullivan, diretor executivo da Avego e presidente do conselho da Mapflow, a empresa que controla a companhia, em Dublin.

"Você coloca o iPhone no painel e ele registra a viagem toda e envia o percurso à nossa rede", ele diz. O sistema armazena a rota e a acrescenta ao seu cardápio de percursos e pontos de parada, e oferece carona automaticamente aos interessados.

Os motoristas precisam ter um iPhone para usar o serviço, mas os passageiros que não tiverem um aparelho poderão procurar carona no site da Avego ou obter informações por telefone e mensagem de texto, diz O'Sullivan. Os motoristas e passageiros poderão se identificar por meio de fotos exibidas em seus iPhones, bem como por senhas que confirmarão identidades.

A Avego cobrará 30 centavos de dólar por milha, ele diz, e 85% do valor será pago ao motorista, para cobrir parte de seus custos de combustível. Todos os pagamentos serão realizados por um sistema automatizado. "Vai demorar algum tempo para que tenhamos massa crítica de motoristas e passageiros", reconheceu O'Sullivan. Mas ele espera que a chance de reduzir despesas altere os hábitos de muitos motoristas que gostam de viajar sozinhos. "O método vai requerer mudanças de comportamento da parte dos motoristas e dos caronas", acrescentou.

Ainda que existam indícios de que o uso de sistemas de transporte em grupo cresceu em meio à alta dos combustíveis recente, a tendência histórica entre os motoristas dos Estados Unidos sempre foi a de viajarem sozinhos. Cerca de 75% dos trabalhadores norte-americanos dirigem sozinhos, diz Mark Mather, vice-presidente associado de programas nacionais no Population Reference Bureau, uma organização de pesquisa em Washington.

De 1980 a 2007, o número de trabalhadores que usavam sistema de revezamento coletivo para ir ao trabalho se reduziu. Em 1980, cerca de 20% dos trabalhadores norte-americano usavam um sistema desse tipo para ir ao trabalho, ante apenas 10% este ano. "O fato de que as pessoas usam os carros para cuidar de outras atividades no caminho para o trabalho e de volta ajuda a explicar a tendência", ele disse. "Não se pode fazer isso quando há cinco pessoas no carro com você a caminho do trabalho". Os números de Mather foram extraídos do levantamento comunitário conduzido pelo Censo norte-americano em 2007.

No entanto, sistemas como o da Avego podem funcionar para pessoas que não desejam assumir compromisso diário com um grupo de carona mas decidem no último minuto que podem oferecer carona a alguém naquele dia, disse Susan Heinrich, coordenadora do serviço de caronas e transporte em bicicleta na Comissão de Transporte Metropolitano de Oakland, Califórnia. (O serviço, que forma grupos com a ajuda de uma linha pública de telefone -511- oferece informações sobre transportes coletivos e grupos de carona na região da baía de san Francisco.)

Heinrich gosta especialmente da combinação de mensagens de texto e mapas coloridos da Avego. "Também gosto da idéia de que o passageiro não precisa de um iPhone para usar o sistema", ela diz. "Eu adoraria incorporar essa tecnologia aos nossos serviços na região da baía de San Francisco, de alguma forma".

No University College de Cork, na Irlanda, Stephan Koch, que coordena os planos de transporte, decidiu testar o Avego no começo do ano que vem. A universidade tem cerca de 17 mil alunos e 2,6 mil funcionários e professores, ele diz. Cerca de 70% dos funcionários vão ao campus de carro, ante 36% dos estudantes. "Mas o sistema viário não comporta o tráfego", ele disse, em referência aos freqüentes congestionamentos no percurso.

Koch disse esperar que o sistema da Avego, que ele define como "carona computadorizada", ajude a aliviar ao menos em parte os problemas, em cooperação com instalações para facilitar o uso de bicicletas, melhora nos transportes coletivos e outros recursos.

"Trata-se de uma opção a mais para funcionários e alunos que podem viajar sozinhos em seus carros para a universidade", ele afirmou. "A segunda pessoa não precisará de seu carro - ou seja, teremos um carro a menos no estacionamento e na estrada".

Um programa gratuito de carona para o iPhone, o Carticipate (www.carticipate.com), foi lançado em outubro e baixado por mais de 10 mil usuários até agora, diz Steffen Frost, presidente-executivo da Carticipate, em san Francisco. Depois de se registrar e montar um perfil no site, ele disse, "outras pessoas equipadas com iPhones dotados do aplicativo podem localizar os interessados".

Um potencial passageiro veria, por exemplo, que alguém está indo a Poughkeepsie, Nova York, e leria o perfil da pessoa. "Se gostarem do que leram e quiserem carona, podem organizar seu próprio esquema a partir desse ponto", ele disse. "Nosso serviço é facilitar o contato".

Hendrik Hilbolling, que vive em Haia, na Holanda, usa o Carticipate regularmente. "Minha namorada mora na França e vou para lá freqüentemente", disse. Por meio do Carticipate, ele dividiu uma viagem recente a Paris com um cineasta e um professor. "Passagens de trem são caras", ele disse. "O sistema oferece viagens agradáveis, podemos conversar e o custo fica muito mais baixo".

Consumidor pode pedir indenização por atraso de entrega de compra na internet

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Para presentear amigos e parentes neste Natal, a executiva Cristina Castelo escolheu uma série de DVDs em um site de compras na internet. O procedimento, que seria para facilitar sua vida, trouxe desgaste: a loja online não cumpriu o prazo combinado e demorou tanto para entregar a encomenda que Cristina teve que tomar uma atitude indesejada: ir ao shopping comprar presentes.

"Escolhi a internet para não ter que me deslocar e não adiantou nada", conta. Casos como o da executiva são comuns nesta época do ano, quando as lojas estão sobrecarregadas com encomendas. Segundo o advogado especializado em direito do consumidor Josué Rios, pessoas como Cristina têm direito a ter seu dinheiro de volta e até mesmo uma indenização por danos morais.

"Se a pessoa comprou em uma data especial como o Natal e o atraso da entrega causar constrangimento, é possível sim conseguir uma indenização", explica. O advogado comenta os casos mais comuns: "Quando é um brinquedo para uma criança ou uma mãe idosa, que sente a falta do presente, e o processo de reclamação trouxer muitos transtornos para o consumidor, os juízes costumam acatar".

De acordo com Rios, os juizados especiais concedem indenizações que variam entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Nesses juizados, o consumidor não precisa de advogado. "Recomendo que as pessoas anotem os números de protocolo fornecidos pelos atendentes para provar que tentaram se comunicar com a empresa", diz.

Quem desiste do processo e cancela a compra tem direito a receber o dinheiro de volta com correção. "Mas, desde que o prazo de devolução seja superior a um mês", explica. O advogado diz que caso a correção não seja automática, o consumidor também pode procurar um juizado especial para exigir seu direito.

O especialista lembra que a ausência da nota fiscal não impede a troca de qualquer produto, seja a compra feita pela internet ou não. "A nota fiscal é importante, mas não indispensável. Caso queira trocar um produto, leve testemunhas à loja e provas como fatura do cartão de crédito e débito", recomenda.

Transição para TV digital gera confusão nos EUA

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos patrocinou uma prova de automobilismo da categoria Nascar como parte de seus esforços para informar aos telespectadores norte-americanos de que, a partir de 18 de fevereiro, todos os sinais de televisão transmitidos pelo ar no país serão exclusivamente digitais. Os televisores de modelos antigos não funcionarão mais.

A organização gastou US$ 350 mil para inscrever o lema "a transição para a TV digital" e outras mensagens no Ford pilotado por David Gilliland.

E como é que o processo está transcorrendo? Em novembro, o carro de Gilliland se envolveu em uma colisão em uma prova da Nascar em Phoenix - a segunda batida do piloto em apenas dois meses.

E, no front da transição para a TV digital em si, a situação não parece muito melhor, ao menos de acordo com os muitos críticos da maneira pela qual a conversão se desenvolveu, apesar de uma campanha de marketing intensa que incluía comercias de televisão veiculados a cada noite.

De acordo com pesquisas conduzidas pela União de Defesa dos Consumidores, a organização que publica a revista Consumer Reports, embora 90% dos norte-americanos estejam cientes de que a transição vai acontecer, 25% dos entrevistados acreditam, erroneamente, que precisarão assinar serviços de TV a cabo ou via satélite, depois de fevereiro, e 41% deles acreditam que cada um dos televisores da casa precise ser convertido individualmente para recepção de sinais de digitais, mesmo os aparelhos que já recebem sinais de TV a cabo ou serviços de assinatura via satélite.

"Precisamos de um trabalho de divulgação mais personalizado, mais próximo aos telespectadores", disse Joel Kelsey, analista político da União de Defesa dos Consumidores. Ele defende a idéia de que sejam utilizados os serviços de um exército de profissionais, por exemplo bombeiros e trabalhadores do setor de televisão, para visitar as casas dos telespectadores e instalar conversores em seus aparelhos.

E algumas das pessoas que estão envolvidas no processo de transição para o serviço digital de TV acreditam que, em 17 de fevereiro, a data de conversão, milhões de norte-americanos serão apanhados de surpresa quando seus televisores deixarem de funcionar.

Mais de 20 milhões de domicílios nos Estados Unidos recebem programação de televisão por meio de transmissões convencionais, captadas por antenas, e pelo menos 15 milhões de domicílios adicionais abrigam ao menos um televisor desprovido de conexão de cabo ou via satélite, de acordo com a Associação Nacional da Mídia Eletrônica.

Qualquer pessoa que receba sinais de TV por antena convencional - seja uma antena montada no aparelho ou uma antena externa - precisa comprar um conversor que transformará sinais analógicos em sinais digitais, se desejar continuar assistindo TV. Algumas pessoas também podem precisar de novas antenas.

O telespectador também pode optar por assinar um serviço de TV a cabo ou via satélite, ou por adquirir um novo televisor digital. Mas o que os críticos do processo temem é que os norte-americanos menos capazes de compreender ou de bancar os custos da transição - a saber, os idosos, os pobres e os consumidores que não falam inglês - sejam os mais prejudicados.

Para ajudar a reduzir as despesas envolvidas na aquisição dos conversores, cujos modelos mais simples custam a partir de US$ 50, os consumidores podem obter dois cupons de desconto do governo que reduzem em até US$ 40 o custo do aparelho.

Cerca de 40 milhões de cupons de subsídio foram solicitados até o momento, mas apenas 16 milhões deles foram utilizados, ante um total estimado em 35 milhões de televisores que deixarão de poder receber sinais quando a transição for realizada. Um fator que agrava o problema é que muitas pessoas que solicitaram cupons no começo do ano passado mas não os utilizaram vieram a descobrir que eles perdem a validade em 90 dias. E quem já solicitou um cupom e não o utilizou não está autorizado a fazer nova solicitação (ainda que seja possível utilizar cupons alheios, porque não existe controle sobre o nome dos compradores de conversores).

"A transição que estamos vivendo é provavelmente um dos programas de educação ao consumidor mais mal conduzidos na era moderna", disse Richard Doherty, analista do Envisioneering Group, uma empresa de consultoria.

Embora o governo e o setor privado tenham investido quantias consideráveis na divulgação da mensagem quanto à transição, o problema é que os esforços, além de serem vistos como insuficientes, também começaram com grande atraso.

"Em 18 de fevereiro, haverá muita, muita reclamação", disse Doherty.

Com o prazo perto do fim, o governo agora está insistindo em que os norte-americanos solicitem seus cupons até o final do ano, operando sob a suposição de que eles precisarão de cerca de seis semanas para receber os cupons, adquirir o conversor e alterar a configuração de suas antenas de maneira a permitir a recepção de sinais digitais.

A Associação Nacional da Mídia Eletrônica criou uma campanha que envolve dois caminhões de divulgação que percorrem o país, visitando áreas nas quais se concentram muitos telespectadores. A organização já promoveu mais de seis mil eventos educativos até o momento ao longo do país, diz Shermaze Ingram, diretora sênior de relações com a mídia, no grupo.

As emissoras locais de televisão vêm veiculando anúncios regularmente para alertar as pessoas quanto à transição digital que se aproxima. Algumas emissoras mantêm os alertas no ar constantemente, como mensagens de texto que correm pela porção inferior da tela. O fundo de educação da Conferência de Lideranças de Direitos Civis recebeu verbas de US$ 1,65 milhão e a Associação Nacional de Agências de Área para o Envelhecimento recebeu US$ 2,7 milhões para bancar campanhas de educação dirigidas aos freqüentadores de centros comunitários e outros locais de associação sobre a necessidade de comprar um conversor, e sobre como programá-lo e instalá-lo.

A Associação Nacional da Mídia Eletrônica, que estima que US$ 1 bilhão tenha sido investido em anúncios e outros esforços de marketing relacionados à questão, ofereceu às autoridades a criação de uma central de atendimento telefônico que poderia responder aos pedidos de informações do total estimado em um milhão de consumidores confusos que devem contactar as autoridades em 18 de fevereiro; a estimativa é de que pelo menos mais um milhão de pessoas procurem informações a respeito do problema nos dias seguintes.

O Congresso permitiu que as estações analógicas de TV continuem a transmitir por 30 dias adicionais, com programação contendo anúncios educativos sobre a transição. E o setor de TV a cabo concordou em não transferir alguns de seus canais para uma faixa digital especial antes de 1° de março, a fim de não causar ainda mais confusão entre os espectadores quanto às mudanças no sistema televisivo.

A situação vem sendo complicada desde o início. Consumidores se queixaram no site da Consumer Reports que não havia conversores à venda em suas cidades antes que expirasse o prazo de validade dos cupons. "Por que a pessoa não pode solicitar um cupom caso não tenha usado o primeiro?", questiona Kelsey, da União de Defesa do Consumidor. "Isso é um erro de administração na transição que existe desde o primeiro dia do Congresso".

A data de validade dos cupons, que foi imposta por decisão do Congresso, restitui o dinheiro não utilizado ao programa, para ajudar a bancar os conversores de outros consumidores, disse Meredith Baker, subsecretária assistente da Administração Nacional de Telecomunicações e Informação. O programa agora conta com verbas suficientes para bancar 56 milhões de cupons.

As pessoas que já têm conversores descobriram o "efeito penhasco". Caso o sinal recebido não seja forte, o telespectador não recebe a imagem embaralhada que é comum em um sinal analógico fraco: simplesmente não há imagem, porque a transmissão digital ocorre em sistema de tudo ou nada. Além disso, a depender da área, as antenas internas destinadas a receber apenas canais VHF talvez precisem de substituição.

A maioria dos televisores portáteis, como os usados por torcedores de esportes nas praias ou em estádios, deixarão de funcionar depois da transição.

E, no dia da conversão, os telespectadores também precisarão instruir seu conversor a procurar os canais para registro. (E caso desejem um guia de programação eletrônico atualizado, precisarão instruir o conversor a repetir o processo a intervalos regulares.)

Para agravar ainda mais as coisas, a data de transição ocorrerá em um período de frio e gelo intenso na maioria do país.

"Estamos pedindo que os idosos saiam de casa na neve para comprar um conversor?", diz Kelsey. "Só falta que, em 18 de fevereiro, alguém caia do telhado e se machuque, na tentativa de instalar sua nova antena digital".

Alemães usam celular para acender luz de poste de rua


A cidade de Dörentrup, na Alemanha, encontrou uma forma criativa para reduzir os gastos com energia elétrica: resolveu apagar todas as luzes de postes de rua às 21h.

Porém, diferentemente da Grã-Bretanha, onde a iniciativa gerou reclamações de inúmeros moradores que se encontraram no escuro, os moradores da vila alemã elogiaram a medida.

Isso porque eles podem acender as luzes que precisam no momento que quiserem com um simples telefonema.

Os moradores precisam apenas registrar os telefones celulares em um banco de dados da administração regional e depois ligar para um número central e digitar o código referente ao poste de luz que querem ver aceso.

A ligação é transmitida para um modem, que aciona um botão que liga a luz.

A medida gerou uma economia de 25% nos gastos anuais de energia elétrica da cidade.

Seleção: confira 10 games que brilharam em 2008

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Dos mais variados gêneros e para os mais diversos gostos, os games que mais brilharam em 2008 estão entre seqüências caprichadas de franquias de sucesso, produções originais em termos de forma ou conteúdo do enredo e até títulos aguardados por muito tempo pelos jogadores que, enfim, atenderam às expectativas.

Com a nova geração de videogames entrando cada vez mais em ação para mostrar que efeitos especiais cinematográficos, trilhas sonoras emocionantes e recursos de detecção de movimentos vieram para ficar, as produções que merecem destaque são justamente aquelas que aproveitaram o que há de melhor em termos técnicos e não deixaram de dar aquele passo extra em direção à "alma" do jogador, que nos mais velhos é calejada pelos anos de história dessa indústria e nos mais novos é marcada pelo inusitado, pelo eternamente inédito.

Seja qual for a preferência do usuário, 2008 mostrou aos gamers que vale a pena experimentar outros gêneros e não se deixar mergulhar no vício a qualquer preço. É certo que títulos intrigantes viciam bastante, mas não custa nada estimular o cérebro com referências da vida alheia. Depois, o que quer que aconteça, basta voltar renovado para seu jogo de cabeceira.

Confira nossa seleção composta por dez jogos de 2008 e reforce suas expectativas para o próximo ano:

Grand Theft Auto IV
PC, PlayStation 3, Xbox 360
Site oficial: http://www.rockstargames.com/IV/

Trazendo a Liberty City de volta, o novo jogo da série Grand Theft Auto protagonizado pelo imigrante do leste europeu Niko Bellic mostra que, mais do que pegar carona com a tradição, é fundamental deixar o usuário vivenciar a destruição urbana a partir de novos ângulos e de forma mais detalhada. A presença do tráfico não é algo tão marcante em GTA IV e a atenção se volta mais para a exploração de distritos imensos, com variações de clima, pessoas, poluição visual e porcarias que podem ser lançadas no meio da calçada. Moralmente indigesto, a versão é ideal para quem quer experimentar a série na nova geração de videogames e é melhor ainda para quem já conheceu as antigas versões do game.

Metal Gear Solid 4
PlayStation 3
Site oficial: http://www.konami.jp/mgs4/global/index.html

Última aventura do personagem Solid Snake na série criada por Hideo Kojima, Metal Gear Solid 4 não só marcou a aparência do protagonista com rugas e cabelos brancos, mas também tornou o enredo mais complexo, com jeito de filme, repleto de peças fundamentais que precisam se conectar na hora certa para a conclusão das missões. Ambientado em 2014, o título mostra a presença militar desenfreada num mundo dominado pela crise e pela descrença nas organizações. Mergulhado no gênero ação e espionagem, o usuário tem a chance de conviver com o drama psicológico de um Snake que parece não conhecer mais a si mesmo e que carrega nas costas o fardo de uma realidade dominada pelos negócios. Aos ansiosos por um ponto final, Hideo Kojima já deu sinais de que a aventura encerra apenas uma etapa dessa história, até hoje representada por um veterano que inspirou fãs de espionagem equipados com controles.

LittleBigPlanet
PlayStation 3
Site oficial: http://www.littlebigplanet.com/

Planejado para oferecer liberdade de criação aos donos de PlayStation 3, LittleBigPlanet conquista sua identidade em meio a bonecos de estopa que nunca se cansam de brincar e mudar o visual. De paródias a alucinações desenvolvidas pelos próprios usuários, o "pequeno grande planeta" atrai tanto veteranos dos controles quanto jogadores casuais, uma vez que os comandos são facilitados e a ferramenta de customização de personagens é agradável aos olhos. Apesar do jeito lúdico, a simulação da física em LittleBigPlanet nada deve aos títulos considerados "realistas", bastando observar a interação dos elementos com o cenário e o comportamento dos bonecos diante dos obstáculos. Com a sensação de que tudo é para ser tocado e que a linearidade pode ser deixada de lado, cabe ao gamer decidir quando ingressar nesse estranho universo elogiado pela crítica.

Wii Fit
Nintendo Wii
Site oficial: http://nintendo.com/wiifit

Da cabeça de Shigeru Miyamoto, criador de séries como Mario e Zelda, saiu também a idéia de que um game - logicamente auxiliado pelo sensor de movimentos do Wii - poderia servir também para que os jogadores conhecessem o próprio corpo, suas capacidades e limitações. Mesmo vinculado à simples idéia de malhação no ocidente, Wii Fit oferece uma série de programas de exercícios que promovem a descoberta do ponto de equilíbrio entre diversão eletrônica e saúde, uma vez que para obter sucesso durante as partidas é preciso estar de pé, com as mãos em movimento ou sob o olhar atento de um professor virtual. Com diversas modalidades esportivas e minigames gravados no disco, o Wii Fit serve para pessoas de todas as idades e ainda vem com o Wii Balance Board, dispositivo em forma de balança que detecta a posição do corpo no espaço quando o participante está sobre ele.

Left 4 Dead
PC, Xbox 360
Site oficial: http://www.l4d.com/

Como numa espécie de temporada de caça aos zumbis, Left 4 Dead não se prende a enredos complexos e foca a diversão para um ou vários jogadores. O arsenal à disposição dos personagens não existe para ser poupado e o melhor a se fazer é atirar antes de pensar para sobreviver. Com zumbis sendo controlados por um sistema de inteligência artificial que garante dificuldade suficiente para não deixar ninguém descansar, o mais engraçado é sentir que o sonho de entrar dentro de um filme de mortos-vivos se tornou realidade. Basta escolher um dos quatro personagens disponíveis e se entregar definitivamente a noites sangrentas. Recomendado para quem não gosta muito de quebrar a cabeça e adora ficar com o dedo no gatilho (virtualmente).

Fable II
Xbox 360
Site oficial: http://www.lionhead.com/fable2/

Esse é um RPG capaz de mostrar que o destino de um personagem só depende das escolhas feitas pelo usuário. Entre o bem e o mal, a integridade e a corrupção, Fable II faz o jogador assumir o desenvolvimento do protagonista desde sua infância até a vida adulta, quando a pressão por uma vida social cercada de regras ou perigos começa a pesar nas escolhas dos caminhos a seguir. Ao longo da trama, é possível até se casar ou divorciar e aperfeiçoar as técnicas de batalha essenciais à sobrevivência e ganhos materiais. Existem diversas regiões a serem exploradas e um dos atrativos do título é que tudo acontece em tempo real para que o usuário sinta o peso das suas decisões. Visualmente detalhado como um game de nova geração, Fable II surpreende como um diário virtual escrito pelo controle de videogame.

Burnout Paradise
PC, PlayStation 3, Xbox 360
Site oficial: http://burnout.ea.com/

Se os efeitos de luzes e sombras sobre os carros não bastarem para impressionar os fãs de jogos de corrida, Burnout Paradise ainda tem sua especialidade: um sistema de danos que não deixa nenhuma parte dos destroços passar despercebida quando o usuário perde o controle da direção. Como se as grandes máquinas de fliperama estivessem ao alcance dos controles, a velocidade rende pontos quando acompanhada dos riscos presentes em vias movimentadas e o clímax que aguarda o piloto em cada curva é aquele do botão que aciona o "turbo" nos momentos mais perigosos. Após destruir o carro na contramão em busca do melhor desempenho, o único desejo de quem joga Burnout é fazer tudo de novo, de preferência na fictícia "Paradise City".

Spore
PC, Mac
Site oficial: http://www.spore.com/

Os vários anos de espera por um game de simulação revolucionário não bastaram para desanimar os fãs de Will Wright, criador da série The Sims. Quando sua obra que prometia colocar o usuário no comando da vida ficou pronta, milhões de criaturas já haviam sido desenvolvidas pelos gamers por meio da ferramenta de criação de monstros do game. Mergulhados numa comunidade de seres variados, dos mais engraçados e estranhos até os quase ilegais e pornográficos, os comandantes da vida precisam administrar a evolução das formas a partir de sua condição unicelular até alcançar a organização de tribos e civilizações. Mais do que interagir com seres humanos virtuais entre quatro paredes, vale a pena descobrir o que fazem bichos estranhos nas mãos de milhões de pessoas pelo mundo.

Mirror's Edge
PC, PlayStation 3, Xbox 360
Site oficial: http://www.mirrorsedge.com/

Protagonizado por uma praticante de Parkour feita de carne e osso e formas "reais" - longe de uma tridimensional Lara Croft, por exemplo -, Mirror's Edge é um título de ação e aventura em primeira pessoa banhado pela simulação realista da física e onde as armas de fogo têm apenas um papel secundário. A partir de movimentos precisos com o controle, o jogador precisa superar todos os obstáculos dos cenários urbanos para combater um regime totalitário que monitora os cidadãos e desvendar mistérios sempre de olho na rota de fuga: pode ser um helicóptero, um cabo de aço, uma tubulação... qualquer coisa que não interrompa a corrida da personagem pela cidade. O que mais chama atenção em Mirror's Edge é o jogo de câmera que coloca o participante dentro dos olhos da protagonista, recurso que valoriza os movimentos corporais e garante maior precisão ao revelar a posição dos pés e das mãos em operações arriscadas como escalar edifícios e correr sobre muros.

Professor Layton and the Curious Village
Nintendo DS
Site oficial: http://professorlaytonds.com/

Jogo para quem gosta de resolver mistérios, Professor Layton and the Curious Village é o terceiro de uma série de quebra-cabeça que coloca um professor e seu assistente numa Londres fictícia, alcançada por meio de uma viagem ao tempo. São mais de 100 enigmas para resolver com a ajuda de pessoas e objetos que fazem parte da cena. Os gráficos são parecidos com desenhos animados e a trama começa com a morte de um bilionário. O que acontece é que uma peça muito bem escondida, deixada pelo falecido, precisa ser encontrada pelos protagonistas para que as pessoas listadas em seu testamento recebam uma fortuna. Mais do que habilidade nos controles, os gamers que se aventurarem num título da série precisam é usar a cabeça o tempo todo, sem perder a paciência; sendo assim, o olhar atento e uma caneta são as melhores armas.

Saiba o que fazer com o lixo tecnológico


O que fazer com o telefone celular antigo depois de comprar um novo? E com o computador, que será substituído por um modelo mais potente? Perguntas assim se tornam comuns na rotina dos consumidores, enquanto montanhas de lixo eletrônico se avolumam no planeta, contendo poluentes que ameaçam os solos, a água e a saúde da população.

No mundo, são descartados por ano cerca de 50 milhões de toneladas de lixo tecnológico e menos de 10% desse volume é reciclado. Esse material aumenta três vezes mais rápido que o lixo comum e a previsão é triplicar nos próximos cinco anos.

São computadores e celulares obsoletos, impressoras, câmeras fotográficas, pilhas, baterias, cartuchos de impressora vazios e também aparelhos de vídeo, CDs e DVDs, sem falar nas TV e outros eletrodomésticos. Uma parte é aproveitada pelo mercado de segunda mão. Mas uma parcela maior acaba nos aterros sanitários com o lixo das residências.

O problema é que esses equipamentos, além de serem feitos de plásticos, vidros e metais que demoram séculos para se decompor na natureza, contêm substâncias perigosas, como mercúrio, cádmio, chumbo, zinco e manganês, capazes de penetrar no solo e contaminar a água, além de emitir gases que agravam o efeito estufa. Os números são impressionantes.

A ONU lançou neste ano um alerta mundial para a reciclagem do chamado "e-lixo". Dezenas de países, principalmente europeus, aprovaram normas que obrigam o seu reaproveitamento, responsabilizando os fabricantes pelo destino final dos equipamentos fora de uso.

No Brasil, até o momento, a única norma existente é a Resolução 257 do Conama, que aborda apenas a questão das pilhas e baterias. No Congresso Nacional tramita o projeto de lei 2061, de 2007, sobre o lixo eletrônico de uma maneira geral, além da legislação que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em debate desde 1991.

Emergentes importam sucata
Submetidos ao controle social e às leis de cada país, os fabricantes de produtos eletrônicos desenvolvem programas com o objetivo de diminuir o problema causado pelos aparelhos descartados. O entrave maior, porém, recai nos intermediários, que revendem a sucata para países em desenvolvimento, onde as leis de proteção ambiental não existem ou não são respeitadas.

Cerca de 70% de todos os equipamentos fora de uso do planeta são exportados para a Ásia e para as nações africanas mais pobres. A China, o Paquistão e a Índia, por exemplo, recebem por mês cerca de 500 contêineres (cada um com capacidade média de 800 computadores) desse material. Em sua maioria são equipamentos não reutilizáveis que passam por processos de banhos ácidos e desmontagem para a retirada de soldas.

Fios e outros componentes são queimados para recuperar cobre, espalhando gases ácidos no ar e substâncias químicas nos rios. Placas de computadores são levadas para os fornos com o objetivo de extrair ouro e outros metais. Em depósitos sem nenhum padrão ambiental, trabalhadores quebram tubos de imagem para reaproveitar vidros e partes eletrônicas. Os países mais desenvolvidos contribuem para o problema ao exportar esses produtos, em vez de reciclá-los.

Ritmo dos resíduos high tech, segundo a ONU:
» 5% é o aumento anual do volume de lixo tecnológico descartado no planeta
» 18% é o crescimento da reciclagem desses resíduos no mundo por ano
» 75% do lixo recebido pelos recicladores vem de fabricantes e grandes empresas
» 2,6 kg por ano é quanto um brasileiro gera em média de resíduo eletrônico

BAHIA - Uneb cancela provas de vestibular no estado

O Vestibular 2009 da Universidade Estadual da Bahia (UNEB) foi suspenso em todo estado por suspeita de vazamento das questões das provas. O processo seletivo estava programado para acontecer nos dias 21 e 22 de dezembro, em Salvador e em mais 23 cidades baianas.

Em nota oficial, a UNEB disse que 'diante da gravidade do fato e no intuito de salvaguardar a lisura do Processo Seletivo e proteger os direitos dos candidatos inscritos, a Reitoria da UNEB decidiu, em comum acordo com o Comando Geral da Polícia Militar/BA e com a Diretoria da Consultec (responsável pelo processo seletivo), suspender a aplicação das provas do Processo Seletivo'.

Ainda de acordo com a nota, 'novas datas de aplicação das provas do Processo Seletivo 2009 da UNEB e do Concurso/Curso de Formação de Oficiais da PM/BA serão anunciadas oportunamente, através dos Meios de Comunicação Social'.

Vestibular - A UNEB abriu 5.045 vagas para 133 opções de cursos de graduação, onde a universidade possui campus. No domingo (21), seriam aplicadas prova de redação, língua portuguesa e literatura brasileira, língua estrangeira e ciências humanas, com duração de 4 horas e meia. Já na segunda-feira (22), os candidatos irão fazer as provas de matémática e ciências da natureza, com duração de 4 horas.

Concurso/Curso de Formação de Oficiais da PM/BA - Em virtude do cancelamento do Vestibular da UNEB, o Concurso/Curso de Formação de Oficiais da PM/BA também foi cancelado. As provas seriam realizadas na mesma data do processo seletivo da Universidade Estadual da Bahia.

Telefônica lança telefone fixo com acesso à web e banda larga


A Telefônica vai disponibilizar para todo o mercado brasileiro, até o fim do primeiro trimestre de 2009, um aparelho de telefone residencial com tela sensível ao toque e conexão à Internet por meio de banda larga. Ele permitirá o acesso, por meio de teclas, a serviços de notícias, guia de restaurantes, cinema, previsão do tempo, entre outros, além de funcionar como telefone fixo. De acordo com a empresa, o Brasil será o primeiro país do mundo a contar com a novidade, provisoriamente batizada de Orby.

Conteúdos do Terra, Estadão, Veja São Paulo, Flickr e YouTube, entre outros, estarão disponíveis. O aparelho também poderá ser usado para fazer chamadas VoIP e ouvir rádio, além de outras atividades. Em uma primeira fase, de testes, 100 unidades estão disponíveis aos interessados por R$ 1,6 mil. Por enquanto, eles serão vendidos apenas na cidade de São Paulo.

Até as 10h desta sexta-feira, 73 aparelhos já haviam sido comercializados. Para comprá-lo, neste primeiro momento, o interessado deve entrar no hotsite criado especialmente para o lançamento do produto: www.mydirtylittlesecret.com.br. Lá, será disponibilizada uma senha que possibilitará a entrada na sala onde o aparelho será apresentado e comercializado por R$ 1.599. A sala fica em uma loja do Shopping Páteo Paulista.

De acordo com o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, o novo aparelho faz parte do projeto da empresa de Lar Digital. "Queremos trazer aos usuários serviços e dispositivos que integrem e facilitem o uso de diversos aparelhos eletrônicos e de informática de uma residência", disse Valente.

Lar Digital
O conceito de lar digital passa também pela expansão da rede de fibra ótica. Com ela, a empresa quer difundir os serviços de comunicação combinados, como voz, internet e TV.

O plano de expansão de rede de fibra ótica deve chegar a 20 novos bairros da capital e oito cidades do interior de São Paulo ainda em janeiro, ficando disponível para 330 mil domicílios. Hoje, o serviço é oferecido apenas para 40 mil domicílios da região dos Jardins.

Os bairros que passam a contar com a fibra ótica, além dos Jardins, são Campo Belo, Caxingui, Chácara Santo Antônio, Congonhas, Ibirapuera, Interlagos, Jabaquara, Jardim Bonfiglioli, Lauzane Paulista, Moema, Morumbi, Água Branca, Perdizes, Pinheiros, Real Parque, Santana, Santo Amaro, Tremembé, Vila Madalena e Vila Mariana.

Os serviços também serão oferecidas em cidades como Barueri, Campinas, Cotia, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Santos.

Hotel em Dubai terá praia com "ar-condicionado"

Um hotel de luxo em Dubai quer criar a primeira praia com clima controlado por termostatos ligados a computadores. O objetivo é amenizar o calor do local, onde a temperatura média é de 40ºC.

O Palazzo Versace deve ser aberto em 2010 e terá 10 andares com 169 quartos e 213 suítes de luxo, a maioria deles com sua própria piscina, segundo o jornal The Australian. A praia refrigerada é a principal estratégia do hotel na disputa crescente por turistas ricos de todo o mundo que visitam Dubai.

O projeto prevê uma rede de tubulações sob a areia que irão absorver o calor da superfície, noticiou o jornal Sunday Times. A temperatura da água nas piscinas será controlada, e ventiladores gigantes serão instalados por toda a praia para "soprar uma brisa suave". Tudo será controlado por computadores para atingir a temperatura ideal.

O projeto, porém, enfureceu os ambientalistas, preocupados com os efeitos das emissões de carbono. Soheil Abedian, fundador e presidente do hotel, diz que o projeto pode ser sustentável, segundo o Australian. "E este é o tipo de luxo que os VIPs desejam."

Bonecos MP3 lêem livros e tocam música


Nunca é cedo demais para fazer com que seu filho se apegue a gadgets – estes adoráveis bonecos MP3 lêem livros de historinhas, tocam música e falam com seus bebês, dando a eles afeto quando você está preguiçoso demais pra isso.

Chamados Niu Niu e Man Man, os mascotes da empresa chinesa de gadgets Newsmy, os bonecos são MP3 players e “dispositivos interativos de aprendizado”. Além de carregar os brinquedos com as músicas prediletas do seu filho, você também pode gravar a sua voz e fazer com que ela seja reproduzida sempre que a sua prole esteja sentindo a sua ausência.

Os controles para todos os recursos do boneco estão nas mãos e nos pés. Os dados e o compartimento de pilhas ficam enterrados bem profundamente nas suas entranhas fofinhas para que você não se preocupe com risco de eletrocussão. Os bonecos comportam 2GB, tocam os formatos MP3 e WMA, têm potência de até 75dB e usam 3 pilhas tamanho AA.

Metade das americanas prefere ficar sem sexo do que sem Internet

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Uma em cada duas internautas americanas preferiria ficar sem sexo ou televisão durante duas semanas a perder o acesso à Internet pelo mesmo período, revela uma pesquisa feita a pedido da Intel, maior fabricante mundial de microprocessadores. Em relação aos homens, um em cada três prefere ficar sem sexo ou televisão durante o mesmo período a perder sua conexão com a rede.

A pesquisa foi feita através da Internet e foi dirigida a 2.119 adultos, internautas freqüentes. Deles, 46% das mulheres e 30% dos homens tinham certeza ao responder que é pior estar sem Internet por duas semanas a ter de abrir mão da televisão ou até do sexo durante esse tempo.

Os internautas de entre 18 e 34 anos mostraram ainda mais clara essa tendência, já que 39% no caso dos homens e 49% entre as mulheres preferem a Internet ao sexo ou à televisão. Assim, 52% das mulheres entre 35 e 44 anos sacrificariam o sexo em prol de ter uma conexão na Internet.

Ao fazer a pesquisa, a Intel forçou um pouco mais a pergunta e se interessou pelas preferências se a situação consistisse em deixar de ver a televisão por duas semanas ou perder a Internet por uma só semana.

Sobre a televisão, os adultos demonstram inclusive menos dúvidas e 58% deixariam de lado a TV, já que, no total, 65% dos indagados asseguram que não poderiam viver sem acesso à Internet.

A percentagem supera também a dos que não poderiam viver sem televisão a cabo (39%), sem jantar de vez em quando na rua (20%), sem comprar roupa (18%) ou sem freqüentar a academia (10%).

De marca ou montado? Qual a melhor opção da hora de comprar um PC?

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Vai trocar de computador? Decida entre montar um PC comprando os componentes você mesmo ou adquirir uma máquina pronta para uso.

Eis um dilema que muitos consumidores de PC enfrentam hoje em dia: o que vale mais a pena: escolher e comprar componentes separadamente para montar um computador por conta própria, ou adquirir uma máquina pronta e já montada, preferencialmente de fabricante conhecido?

Saiba que essa é uma dúvida muito freqüente e que, infelizmente, não tem reposta única e absoluta.

Montar...
Um usuário mais experiente, que conheça marcas, detalhes e a qualidades dos componentes (placa-mãe, memória, disco rígido, placa gráfica etc.) bem como sua procedência, terá facilidade em escolher o que é mais adequado à suas necessidades.

Ele deve também ser capaz de dimensionar corretamente a necessidade de consumo de energia que tal composição irá exigir e, assim, evitar problemas com a fonte de alimentação.

O terceiro - e não menos importante - pré-requisito, é saber como montar tudo. Hoje, esta tarefa é bem menos complexa do que já foi no passado, mas ainda assim, algum conhecimento técnico pode se muito bem-vindo.

Em geral, o PC "fabricado" dessa maneira oferece um desempenho acima da média e seu preço costuma sair mais em conta. Mas não tão em conta como antes.

... ou comprar
Anos atrás, computadores montados pelo próprio usuário (ou encomendado por ele) resultavam em uma economia muito maior se comparado ao preço dos equipamentos de marca encontrados no mercado.

Hoje, as principais marcas têm manufatura local. Escala e incentivos fiscais completam os quesitos necessários para que existam à vendas muitos e diversos modelos de computadores com grife, com configurações bem interessantes e a um preço muito competitivo.

Acrescente a esse cenário, suporte técnico profissional e uma boa rede de assistências técnicas e a competição com equipamentos montados chega a ser um páreo duro.

Mas isso não significa que o chamado “mercado cinza” esteja em extinção. Para se ter uma idéia, até meados do ano passado, o gray market de PCs na Índia abocanha 45% das vendas de computadores, segundo a Intel.

Independentemente de opção feita - montar você mesmo ou comprar um PC pronto -, é necessário ter conhecimento de alguns conceitos importantes quando for escolher um desktop novo e poder chegar a uma configuração ideal.

Itens como sistema operacional, possibilidade de upgrade, drive óptico, monitor, HD, consumo de energia, garantia e softwares pré-instalados são dignos de serem estudados previamente e tendo em vista o que se pretende fazer com o equipamento que vai comprar.

Fabricante cria teclado cor-de-rosa para satirizar as loiras

Periférico faz brincadeiras com os nomes das teclas para 'facilitar' o uso.
Novidade vendida por US$ 50 nos EUA pode irritar algumas mulheres.

Uma empresa norte-americana criou um periférico que pode irritar muitas mulheres: um teclado para loiras. O produto chamado Keyboard for Blondes é cor-de-rosa e faz brincadeiras com os nomes das teclas, com o intuito (engraçadinho) de facilitar o uso do acessório. 


A de espaço, por exemplo, ganha o nome de “preciso do meu espaço”. A de backspace chama “ooops!”, a enter fica “sim, eu quero!”, a esc vira “não!” e a alt é descrita como “tecla inútil”, enquanto a caps lock alerta: “cuidado! Letras no tamanho extra grande” -- veja mais exemplos. Os números do lado direito também ganham desenhos como os de um dado, para ilustrar a quantidade que cada um representa.

“Quantas teclas um periférico tradicional você realmente usa? Alguém consegue explicar para que servem todas elas? Por que não substitui-las por teclas divertidas?”, diz o site oficial do produto, vendido nos EUA por US$ 50.


Top 10 acontecimentos do ano no mundo da tecnologia

Em 2008, Microsoft e Apple passaram por altos e baixo. A empresa de Bill Gates, que se aposentou em junho, apresentou as primeiras telas do Windows 7 e lançou o IE 8, que deu início à terceira guerra dos browsers. Já a companhia de Steve Jobs teve suas ações abaladas, mas o lançamento do MacBook Air e a chegada do iPhone ao Brasil trouxeram a Apple de novo para a ponta. A chegada das redes 3G e da portabilidade numérica balançaram o setor de telefonia móvel no país.

Microsoft divulga novas dicas contra falha no Explorer

A Microsoft divulgou novas medidas de proteção aos usuários do navegador Internet Explorer para tentar contornar uma falha de segurança descoberta no sistema.

O defeito, divulgado pela empresa na semana passada, permite que hackers maliciosos explorem a vulnerabilidade do browser e ataquem os usuários, tomando o controle do computador e roubando senhas e informações pessoais.

Para ser infectado, basta que o usuário visualize um site com um problema de segurança. O "cracker" - como é chamado aquele que pratica a quebra em sistemas de segurança - exploraria o defeito e conseguiria roubar as informações do usuário.

"Sabemos que os ataques tentam se aproveitar dessa vulnerabilidade contra o Windows Internet Explorer", disse a empresa em um comunicado.

Proteção
A falha afeta os internautas que usam o navegador em vários dos sistemas operacionais oferecidos pela empresa, como o Windows XP, Server e Vista.

Além do Explorer 7, a Microsoft também alerta que alguns dos pacotes das versões 5, 6 e 8 do navegador também são potencialmente vulneráveis à falha na segurança.

Desde a divulgação do defeito, a empresa já divulgou diversas recomendações aos usuários para tentar evitar os ataques. Além das mais simples, como aumentar o nível de segurança nas opções de Internet do computador, a Microsoft divulgou medidas específicas para lidar com o problema.

Na atualização feita nesta semana, a Microsoft recomenda que os internautas desabilitem um componente chamado OLEDB32.dll e a função conhecida como XML Island. Essas medidas dificultariam o acesso às informações do usuário e reduziriam o impacto do problema.

"Nossa investigação sobre esses ataques verificou que eles não são eficazes contra clientes que adotaram essas medidas de segurança", disse a empresa no comunicado.

A Microsoft afirma que pode divulgar uma correção para o defeito em um pacote de serviços ou na atualização mensal do software, prevista para 10 de janeiro.

Google nega ter tentado violar neutralidade na rede

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O Google anunciou que está comprometido com os princípios de acesso igual à web, depois que uma reportagem informou que a empresa havia procurado provedores de acesso à Internet com uma proposta de criação de uma "via expressa" para o seu conteúdo.

Richard Whitt, o diretor jurídico de telecomunicações e mídia do Google em Washington, escreveu em um blog da empresa que a líder nos serviços de busca ofereceu a colocação de servidores próprios nas instalações de provedores de acesso à Internet, o que deixaria seus dados mais perto dos dados dos consumidores e portanto facilitaria o acesso.

Whitt disse que as ofertas não violam a chamada neutralidade da rede -o princípio de que as operadoras de telefonia e provedores de acesso à Internet deveriam tratar todo o tráfego que conduzem de maneira igual.

O Google respondeu a uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal na segunda-feira, de acordo com a qual suas práticas colocam em risco a posição da empresa quanto à neutralidade da rede.

A empresa afirmou que os provedores seriam capazes de acelerar a velocidade de acesso por meio da co-localização e do cache, duas técnicas que facilitam o tráfego de dados, desde que o fizessem sem discriminação.

"No entanto, elas não deveriam poder utilizar seu controle unilateral sobre as conexões em banda larga dos usuários para prejudicar a liberdade de escolha, a competição e a inovação," disse o executivo.

O debate sobre a neutralidade da rede vem opondo provedores de acesso como a AT&T a empresas como Google e Microsoft.

Os provedores dizem que precisam de flexibilidade para administrar seu tráfego sempre crescente, sem interferência do governo, enquanto as empresas de conteúdo se preocupam com a possibilidade de que eles adquiram o poder de bloquear ou desacelerar o tráfego.

Muitos acreditam que a neutralidade da rede ganhará força sob o presidente eleito Barack Obama, que defende esse princípio.

Advogado intima casal inadimplente pelo Facebook

Uma corte australiana autorizou um advogado a intimar judicialmente um casal pelo site de relacionamentos Facebook. Mark McCormack, advogado em Camberra, convenceu o juiz a permiti-lo usar o método pouco usual depois de fracassadas outras tentativas de encontrá-los.

A casa dos dois deverá ser retomada depois que eles, alegadamente, deixaram de pagar as prestações de um empréstimo de US$ 67 mil.

Acredita-se que esta seja a primeira vez que o Facebook é usado para uma intimação judicial.

"Amigos"
O advogado afirma que recorreu ao Facebook para rastrear o casal depois de várias tentativas de contactá-los em casa e via e-mail, e de o casal faltar a uma audiência há mais de dois meses.

McCormack encontrou a página da mulher e usou as informações nela contida - como data de nascimento - para argumentar no tribunal que ela era a pessoa em questão. Seu companheiro aparecia no site como um de seus "amigos".

Ao conceder a autorização, o juiz estipulou que a intimação teria que ser enviada como um e-mail particular, para que outras pessoas que visitassem a página dela não pudessem ler seu conteúdo.

"É uma espécie de novidade, mas nós vemos isso como um método válido de levar o assunto à atenção do réu", disse o advogado.

Para McCormack, as cortes continuarão a usar o Facebook, desde que tenham certeza de que é bastante provável que a mensagem chegue aos interessados.

No passado, cortes australianas já deram permissão para que réus recebessem intimações judiciais por e-mail e até mensagens de texto via celular.

Google mete um pontapé no Firefox

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Era uma vez o Netscape, um navegador incrível que conduzia viajantes destemidos pelos mares primordiais da web. Quem viveu aquela época jamais se esquecerá do enorme “N”, localizado no canto superior direito do programa, que era rodeado por cometas e estrelas à medida que se carregavam as páginas pela lenta internet discada. Para usá-lo, era necessário pagar, mas todo mundo fazia isso com gosto.

O software tornou-se obrigatório para quem quisesse desfrutar as maravilhas da rede mundial de computadores. E a Microsoft nem ligava. Mas um dia Bill Gates resolveu acordar. Alguém deve ter falado: “Essa tal de internet é muito importante, cara. Não podemos ficar de fora.” Foi então que criaram o Internet Explorer, que foi empurrado goela abaixo de quem instalasse o Windows – tudo na faixa.

Ali teve início a chamada guerra dos browsers. Como baixar um programa era um sacrifício naquela época (e de graça o pessoal topa até injeção na testa), a maioria dos usuários aceitou a oferta. Em pouco tempo, o Netscape morreu. A Microsoft foi acusada de monopólio pelo Departamento de Justiça, nos Estados Unidos, e teve de amargar anos de publicidade negativa até que firmou um acordo. O que Bill Gates ganhou com tudo isso? Nada.

E eis que agora, muitos anos depois, o Google resolveu exibir sua face Microsoft. Na semana passada, ao tirar o rótulo de “beta” do navegador Chrome, a empresa mais querida da internet deu um pontapé no Firefox. A suíte de aplicativos Google Pack passou a incluir o Chrome como opção oficial de navegador a ser instalado no PC junto com os outros programas. Por enquanto, isso ocorre no site em inglês do pacotaço. Mas logo deve migrar para os outros idiomas.

Como você pode ver na imagem acima, o Firefox aparece, mas o usuário só vai baixá-lo se selecionar a caixinha. Fica, então, a pergunta: por que não levar o internauta a fazer o download de um software com anos de estrada e muito mais recursos? Por que, na visão do Google, é preciso optar pelo Chrome? Acho que Bill Gates sabe a resposta.

Cibercriminosos atacam a Amazônia

Madeiraaaaa!!! -- 1,7 milhão de metros cúbicos ilegais

Crackers brasileiros ajudam a destruir a floresta – é o que diz um relatório do Greenpeace.

Não, você não se enganou: é isso mesmo que está escrito aí em cima. A entidade de defesa ambiental Greenpeace acusa criminosos digitais brasileiros de contribuir ativamente para o desmatamento na Amazônia. A acusação está no relatório “Financiando a Destruição”, publicado há poucos dias.

Como assim? Segundo o Greenpeace, o ministério do Meio-Ambiente utiliza há dois anos um sistema online para monitorar as quantidades de madeira extraída do Pará. Pela lógica desse sistema, só é permitido às madeireiras derrubar certo volume de árvores por ano. O controle é feito mediante as permissões para o transporte de toras. Em determinado momento, portanto, as permissões são zeradas.

Mas um grupo de crackers, contratado por 107 madeireiras e carvoarias, invadiu o sistema e falsificou os registros de transporte, a fim de aumentar as permissões em certas regiões da floresta. O resultado, sempre segundo a entidade, é que 1,7 milhão de metros cúbicos de madeira ilegal saíram da Amazônia.

A polícia brasileira está perseguindo 202 pessoas associadas a esse crime. Uma delas já se encontra na cadeia. Seria a pessoa que fez a intermediação entre os crackers e as madeireiras.

Leia aqui, em PDF, o relatório do Greenpeace sobre a ação dos crackers na Amazônia. (Calma: o documento, ilustrado com fotos, tem 14 MB.)

Chineses descobrem ataque que explora falha no Internet Explorer 7

São Francisco - Nova vulnerabilidade atinge usuários do sistema operacional Windows XP com o Service Pack 2, diz Armorize Technologies.

Hackers chineses descobriram uma nova falha de segurança no navegador Internet Explorer e já lançaram um ataque que tira vantagem dessa vulnerabilidade para contaminar PCs com código malicioso. A falha foi divulgada em um fórum chinês e atinge o Internet Explorer 7, no sistema operacional Windows XP, com o Service Pack 2.

De acordo com Wayne Huang, Chief Executive Officer da Armorize Technologies, alguns sites já vinham explorando a falha silenciosamente. Ele espera que esse volume suba, agora que a vulnerabilidade foi publicamente revelada.

Para um ataque funcionar, o internauta precisa visitar um site contaminado com o código malicioso. Depois de visitar essa página, o PC passa a baixar códigos maliciosos que são instalados no computador. A Microsoft prepara seu último pacote de correções do ano, que deve ser divulgado nesta terça-feira. A companhia, no entanto, não disse se o pacote traz correções para a falha recém-descoberta.

Celular pode ser principal meio de conexão à web em 2020

Os telefones celulares serão a principal ferramenta de conexão à Internet em 2020, ao mesmo tempo em que os sistemas de reconhecimento de voz e de tela sensível ao toque serão mais comuns, segundo uma nova pesquisa sobre o futuro da tecnologia.

As realidades artificial e virtual também estarão mais presentes na vida cotidiana, de acordo com o estudo realizado com centenas de especialistas em tecnologia, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, do Centro de pesquisas Pew.

Os especialistas foram convidados a calcular o papel da tecnologia no ano 2020 em uma pesquisa online realizada em parceria com a Universidade Elon, na Carolina do Norte.

"O telefone celular - agora com significativo poder informático - é a conexão à Internet primária, e a única possível para grande parte das pessoas em todo o mundo, fornecendo informação de maneira portátil e com boa conexão a um preço relativamente baixo", explica a pesquisa, intitulada "O futuro da internet III".

Ao todo, 77% dos 578 especialistas consultados se consideram "de acordo" com a afirmação, enquanto 22% se disseram "em desacordo".

Perguntados sobre se "as interfaces de voz e tato serão tecnologias comuns em 2020", 64% disseram quem sim, 21% acham que não e 15% não responderam.

Diante da afirmação de que em 2020 "muitas vidas serão marcadas pelo uso das realidades artificial e virtual", 55% dos especialistas concordaram, contra 30% que não acreditam nisso e 15% que não responderam.

A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2007 e março de 2008, levando em conta as respostas de 578 especialistas em Internet, e os pontos de vista de outras 618 pessoas.

Sapatada de iraquiano em Bush vira game online

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O jogo Bush Shoe Throw reproduz o que o jornalista iraquiano tentou fazer com o presidente norte-americano no domingo: acertar nele uma sapatada.

Criado para ser jogado via Internet pelo endereço http://bushbash.flashgressive.de/, o game dá uma nova chance para quem quer fazer o feito virar realidade. Basta controlar o ponteiro do mouse em direção ao alvo - que não pára de se movimentar para cima e para baixo - e clicar para atirar o calçado.

Mesmo que a cena seja dominada pelo humor, o jogo não poupa o usuário de visualizar o sangue espirrado quando a sapatada dá certo.

Cibercrime está cada vez mais sofisticado, diz estudo

A Cisco Systems divulgou nesta segunda-feira um relatório que identifica as principais ameaças de segurança na Internet do ano. Segundo a análise, ataques pela web estão se tornando cada vez mais sofisticados e especializados, com estratégias elaboradas para o roubo de dados, em uma economia de cibercrime cada vez mais inteligente.

Segundo o Relatório de Segurança Anual Cisco 2008, os invasores exploram falhas tecnológicas e humanas. Os ataques se espalham mais rapidamente e são cada vez mais difíceis de detectar. O número geral de vulnerabilidades cresceu 11,5% em relação a 2007. O estudo da Cisco também observou um crescimento de 90% de ameaças com origem em domínios legítimos, quase o dobro do que no ano anterior.

O volume de spam vem aumentando com grande rapidez e seu volume hoje passa de 200 bilhões de mensagens diárias em todo o mundo - aproximadamente 90% do volume total de mensagens. Por outro lado, o volume de malware disseminado por e-mail está diminuindo. Ao longo dos últimos dois anos, os ataques baseados em anexos de e-mail caíram 50% em relação a 2005 e 2006.

Os pesquisadores identificaram também as principais tendências na área de segurança online. Ameaças internas em empresas podem acontecer por meio de funcionários descuidados, que devem ser orientados para agir dentro de normas de segurança. A perda de dados, por falta de cuidado ou invasão hacker, é apontado como um problema crescente. Outro grande desafio para os profissionais de segurança na rede será a tendência do "cloud computing" e o uso de ferramentas baseadas na web.

As recomendações do relatório para que o usuário se proteja desses ataques são, principalmente, atualização constante de aplicativos e equipamento de rede. "As organizações podem reduzir seu risco de perda de dados através do ajuste fino de controles de acesso e a correção de vulnerabilidades conhecidas, eliminando a capacidade de criminosos em explorar falhas nas infra-estruturas", aconselha Ghassan Dreibi Jr, da Cisco do Brasil.